Envoltos em mistérios seguimos os dois de carro até ao Porto.
Chegados à cidade instala-mo-nos num excelente hotel.
Os nossos corpos não resistiram, e ao entrar no quarto ele lança-me para a cama.
Eu ansiava aquele momento, tínhamos esperado por ele em êxtase.
O meu corpo chamava o seu másculo corpo já em gemidos de prazer.
Nos beijos as nossas línguas tocavam-se como se de algo divino se tratasse.
Era tamanha a cumplicidade que o sexo avizinhava-se maravilhoso.
Despimos nossas roupas, inquietos por aquele desejo, e nossas mãos em harmonia tocavam nossa pele.
Jamais duvidei ou interroguei o que quer que fosse, queria-o, desejava-o e era mútuo.
Enquanto nos tocávamos o desejo apressava-nos mas as nossas almas sossegava aquele fogo da paixão.
Sorvemos cada pedaço daquele nosso tempo e depois absorvemos o prazer.
Ele pega-me e vira-me de costas ... aí já toda eu era dele.
Quando o sinto dentro de mim, os meus gritos de prazer e loucura aumentaram.
Pedia-lhe que me penetrasse com força, que não parasse.
Agora já não podia voltar atrás, não queria voltar, queria senti-lo dentro de mim, queria sentir a dor.
A dor do gozo, do êxtase, do âmago do nosso ser.
Nesse dia senti e encontrei-me, alimentei-me do seu corpo, do seu ser.


Que "sonho" lindo... e que vontade de te virar de costas... hummm.
ResponderEliminarBlue Dragon